Letícia Bianchi
A luz da manhã em um vilarejo no interior da França possui uma qualidade que as cidades grandes jamais conseguirão imitar. Não é apenas a luminosidade, é o silêncio que a acompanha, um silêncio vivo, composto pelo canto distante de pássaros e o farfalhar das folhas sob a brisa fresca.
Acordei sentindo o cheiro de café passado e pão torrado vindo da cozinha, um aroma que, nos últimos tempos, tornou-se o meu perfume favorito, o cheiro da segurança.
Ao sair do quarto, meus olhos