Diego fechou a porta do escritório e o clique da fechadura soou como o gatilho de uma arma sendo puxado. Ele se virou para mim, os olhos em brasa, me encurralando contra a mesa de madeira maciça.
— Eu matei mesmo — soltei, antes que ele abrisse a boca. Minha voz saiu firme, sem um pingo de arrependimento. — Matei e mataria de novo. Aquele verme não merecia o ar que respirava no teu morro, Diego.
Ele travou. O rosto dele desceu, parando a milímetros do meu. Eu conseguia sentir o calor da respira