IVE NARRANDO.
O vento da estrada batia no meu rosto quando parei a moto perto de um galpão abandonado, longe o suficiente do morro para ninguém ficar curioso demais. Desliguei o motor. O silêncio caiu pesado, apenas com o estalo do metal quente da máquina esfriando.
Atrás de mim, a Verônica desceu da moto com as mãos tremendo. Ela olhava para os lados como se esperasse ver a polícia brotando do mato a qualquer segundo.
— Ive… — ela chamou, passando a mão no cabelo, nervosa. — Aquela mulher viu