O silêncio caiu sobre a entrada da mansão quando o Barão se aproximou. Ele caminhava com a autoridade de quem manda em tudo aquilo, mas, no momento em que cravou os olhos em Dante, a armadura de chefe do crime deu uma fresta. Ele não conseguiu esconder o choque; encarou o menino com uma mistura de assombro e reconhecimento. Dante, ainda trêmulo no colo de Oto, se encolheu.
— Oi, garotão! — A voz do Barão saiu mais rouca que o habitual, tentando soar amigável, mas carregando o peso de quem ele e