Continuação.
Douglas e Diego continuavam se encarando no meio do galpão destruído.
Ninguém abaixava a arma.
O silêncio era pior que os tiros.
Eu conseguia ouvir minha própria respiração falhando enquanto Oto me mantinha atrás dele, pronto pra explodir qualquer um que se mexesse.
Foi então que o homem que era irmão de Mateus começou a rir.
Um riso fraco. Cheio de sangue.
Mesmo caído no chão, ele ergueu o rosto devagar.
— Olha isso… — cuspiu sangue de lado. — A guerra começou por sua causa outra