Eu ainda tentava abrir a porta do carro, me debatendo como uma louca, gritando o nome de Diego, quando senti a mulher me puxar pelos cabelos.
— Me solta! — gritei, tentando acertar qualquer parte dela.
Eu não pensava. Só queria sair dali. Voltar. Ver se Diego tinha levantado. Se estava vivo. Se respirava.
Mas ela perdeu a paciência.
Vi o brilho metálico da arma quando ela tirou da cintura, e antes que eu pudesse reagir, ela segurou meu rosto com força.
— Cala a boca, desgraçada.
E então veio o