O Barão me prensou contra o capô quente do Jipe ali mesmo, no meio da penumbra do galpão que servia de refúgio. Suas mãos subiram possessivas, apertando minha cintura com uma urgência que me fez arquear as costas. O beijo era selvagem, uma mistura de fome e posse. Eu sentia o metal frio da arma no cós da calça dele pressionando meu ventre, mas nada era mais perigoso do que o jeito que ele me olhava.
— A gente tem gente lá dentro, Barão... — eu tentei dizer, mas a frase morreu quando ele me ergu