O cheiro de sangue seco misturado à fumaça ainda pairava no ar. Gritos abafados dos feridos ecoavam entre as tendas improvisadas. Kaela mal sentia os próprios braços enquanto curava mais um guerreiro, a pele suada colada à roupa rasgada.
Ela não olhava para Ragnar. Não precisava. O calor do corpo dele estava sempre ali, próximo demais para o que restava do orgulho dela. Ele ajudava em silêncio, recolhendo sobreviventes, fazendo curativos. Não dizia nada. E isso doía mais do que qualquer palavra