A escuridão parecia viva.
Lilith caminhava sozinha por uma paisagem onírica e distorcida. O chão sob seus pés se despedaçava a cada passo. O céu acima não existia — era um vazio pulsante, como um coração podre.
Dentro dela, o fragmento do Devorador crescia. Cada batida de seu coração trazia uma voz.
“Aceite... Pare de resistir...”
Ela cambaleou, levando as mãos à cabeça. Gritou.
— Não... isso não sou eu!
Mas a dor era real. As veias de seus braços se tingiram de negro, e os olhos, outror