Quando subi as escadas, passei pela porta entreaberta do quarto de Loretta e parei, hesitante. Minha tia estava sentada sobre a cama, com as pernas cruzadas sobre os lençóis impecáveis, o cabelo preso em um nó frouxo na nuca e o rosto limpo de maquiagem. Ela segurava um livro, mas seus olhos não revelavam qualquer traço de cansaço. Eu, por outro lado, lutei para conter um bocejo.
— Entre, sente-se — disse Loretta, levantando o olhar para mim assim que percebeu minha presença. Seus lábios esboça