O cheiro denso de metal e umidade impregnou minhas narinas assim que entrei no porão. O frio, quase tangível, parecia pulsar nas paredes, como uma lembrança viva do que havíamos suportado aqui. À minha frente, Daiki, o homem que me tratou como um objeto descartável na minha juventude, o pai do homem que transformou o sangue da minha mulher em sua ferramenta, estava ajoelhado, os pulsos amarrados nas costas, a expressão oscilando entre medo e desafio.
Mateo, Sofia e Nitta cercavam-no, as armas e