Elize saiu da copa sentindo as bochechas ainda quentes. Caminhou até sua mesa com passos apressados, como se precisasse fugir dos próprios pensamentos. Sentou-se, ainda tentando recuperar o ar e a compostura. “Pelo amor de Deus, Elize... você precisa parar de cair em clichê”, pensou, massageando a têmpora com os dedos.
Glória, que acabava de retornar à recepção, notou de imediato a expressão abobalhada da estagiária e se aproximou com uma sobrancelha arqueada.
— Tá tudo bem, querida? Tá parec