A semana começava como qualquer outra: céu acinzentado, passos apressados na calçada e o mesmo ritual matinal de Elize — cabelo preso num coque meio torto, bolsa pendurada no ombro e uma vasilha cuidadosamente apoiada nos braços, coberta com um pano florido.
Entrou no prédio equilibrando tudo, e estranhou de cara: a recepção estava vazia.
Glória, sempre pontual, sempre tagarela, não estava na mesa.
Franziu o cenho.
Será que ela estava na copa preparando o café?
Seguiu pelo corredor silencioso,