O sino acima da porta tilintou quando Elize entrou no Café Velluto. Era cedo, mas o sol já aquecia as ruas estreitas da Baía das Abelhas, refletindo nas janelas com cortinas claras e vasos de lavanda. Ela tirou os óculos escuros, respirou fundo e foi direto para o balcão.
— Olha quem resolveu aparecer — disse Madalena, abrindo um sorriso largo e jogando o pano de prato sobre o ombro. — Já tava achando que tinha virado estrela e esquecido da ralé.
— Famosa e ocupada — Elize respondeu, entran