Henrique parou diante da porta do quarto. A mão estendida na maçaneta, mas sem coragem de girar. O coração batia forte — de um jeito diferente de tudo que já sentira.
Elize estava ao lado, com o olhar mais brando. Tocou de leve o braço dele.
— Ele acordou sorrindo…
Henrique sorriu fraco, sentindo o estômago virar do avesso.
— Vamos? — ela perguntou baixinho.
Ele assentiu.
Ao abrirem a porta, encontraram Gael deitado, com o cabelo bagunçado, as bochechas ainda coradas do sono, e os olhos