Pouco depois que Helena saiu, Elize chegou.
Entrou apressada pela porta de vidro, o capacete ainda pendurado no braço e o rosto um pouco suado.
— Ele já tá aí? — perguntou entre os dentes, parando na recepção como quem não queria chamar atenção, mas claramente aflita.
Glória levantou os olhos devagar, segurando o riso.
— Já. Chegou tem uns quarenta minutos. — respondeu, com aquela entonação neutra de quem não entrega nada, mas insinua tudo.
Elize fechou os olhos por um segundo e soltou um