Sofia continuava se recuperando.
Um dia de cada vez.
O corpo ainda respondia com cansaço fácil, mas havia algo diferente nela — uma serenidade silenciosa, como se tivesse voltado não só do coma, mas de um limite invisível.
Flores passaram a ocupar cada canto do quarto.
Colegas de trabalho.
Amigos.
Cartões deixados sobre a mesa, com palavras simples e sinceras.
As visitas aconteciam em pequenos grupos, dois de cada vez, respeitando o espaço, o tempo e o ritmo dela. Risos contidos. Convers