Entre destinos e feridas.
Ela olhou a tela e viu o nome da vizinha. Atendeu sorrindo, achando que era sobre o recado que havia deixado antes de sair do escritório: “Passa lá para ver o papai, por favor”.
Mas a voz do outro lado veio em prantos, desesperada:
— Eloise! Corre pro hospital! Seu pai… ele passou muito mal… o estado é grave!
A taça escorregou dos dedos de Eloise, o cristal estilhaçando no chão. O riso cessou, o silêncio tomou conta da mesa, e o coração dela afundou num vazio g