SOPA, ALÍVIO E UM RESPIRAR
Augusto e Eloise chegaram à delegacia ainda com o cheiro de mata preso na pele e o cansaço grudado nos ossos.
Um dos sargentos que acompanhara parte da operação os recebeu na porta.
— Venham — disse, sinalizando com a cabeça. — Podem ficar na sala do Thomas. Tenho certeza que ele não se importa.
— Obrigado. — Augusto respondeu, a voz baixa, mas firme.
— Querem água? Café?
Augusto balançou a cabeça.
— Não, obrigado. Você já tem coisas demais pra lidar. Não