Capítulo 261
SOPA, ALÍVIO E UM RESPIRAR

Augusto e Eloise chegaram à delegacia ainda com o cheiro de mata preso na pele e o cansaço grudado nos ossos.

Um dos sargentos que acompanhara parte da operação os recebeu na porta.

— Venham — disse, sinalizando com a cabeça. — Podem ficar na sala do Thomas. Tenho certeza que ele não se importa.

— Obrigado. — Augusto respondeu, a voz baixa, mas firme.

— Querem água? Café?

Augusto balançou a cabeça.

— Não, obrigado. Você já tem coisas demais pra lidar. Não
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