A noite já caía quando Thomas estacionou a Hilux diante do portão do hotel fazenda.
As luzes aconchegantes refletiam no lago e a brisa trazia cheiro de madeira e silêncio.
Sofia olhou ao redor, confusa.
— Onde… onde a gente tá?
Thomas desligou o motor, virou o corpo para ela e deu aquele sorriso que desmontava tudo dentro dela.
— Vem, ruivinha.
Hoje é por minha conta.
Ela engoliu seco.
Ele desceu, abriu a porta para ela e estendeu a mão.
— Confia em mim?
Sofia colocou a mão na dele.