Sentei na cama num pulo, com o coração acelerado e o nariz ardendo. Por um segundo, achei que fosse um incêndio. Saí do quarto correndo, descalça, vestindo só uma camiseta e calcinha.
— Lorenzo?! — chamei, atravessando o corredor.
Desci as escadas e parei na entrada da sala, encarando a cena com uma mistura de alívio e incredulidade.
Lorenzo estava de frente para a ilha, camiseta básica, uma espátula na mão e uma expressão concentrada demais para alguém claramente fora do próprio habitat. No