O restante do jantar correu por caminhos bem mais seguros — quase confortáveis. Depois que minha confissão deixou o ar carregado, ele pareceu entender exatamente o que eu precisava. Mudou o assunto com uma naturalidade que só ele tinha.
Falou sobre trabalho, mas não daquele jeito pragmático e robotizado que eu tinha visto nas reuniões. Falou com paixão. Com propósito. O tipo de coisa que só alguém que carrega a própria história no peito consegue fazer.
Me contou como o pai tinha planejado sua