O sol atravessava a cortina como se tivesse invadindo meu quarto só para me arrancar daquele sonho confortável. Me espreguicei devagar, afundando no colchão absurdo que abraçava meu corpo como se dissesse fica mais cinco minutinhos, vai.
— Eu preciso de uma dessas na minha casa… — murmurei, abraçando o travesseiro. — Ou de um sugar daddy rico.
Ri sozinha.
Levantei meio cambaleante, porque o dia seria longo: a filial de Campinas estava recebendo a convenção estratégica anual — três dias de apr