LUCAS
A porta do quarto dele se abriu com um estalo seco.
Lucas levantou o olhar do travesseiro, ainda pálido, o braço ligado ao soro. Não fazia ideia do que estava acontecendo no hospital, até ver o rosto de Melissa.
Pálida. Olhos inchados. Respiração curta demais.
— Melissa? O que…? Aconteceu alguma coisa?
Ela fechou a porta devagar, como se o som fosse perigoso.
— Lucas… a Camille...
O coração de Lucas congelou.
— Onde ela está? Aconteceu alguma coisa com ela?
Melissa respirou fundo.
— Levar