O corredor da emergência cheirava a sangue, desinfetante e desespero. As paredes brancas pareciam estreitar cada vez mais à medida que o tempo passava. Marcus andava de um lado para o outro, as mãos cobertas de sangue seco, de Adam, enquanto Melissa permanecia sentada em uma das cadeiras rígidas, o rosto enterrado entre as mãos, respirando como se o ar tivesse gosto de medo.
Nenhum dos dois falava. Porque qualquer palavra naquele corredor parecia perigosa demais.
— Ele não pode morrer… Melissa