A porta de metal abriu com um rangido áspero, e a luz amarela do corredor invadiu o galpão. Camille piscou, os olhos ardendo com o brilho repentino.
Nathan não entrou, outra silhueta apareceu na porta.
Camille reconheceria aquele perfume mesmo dopada, machucada ou com o mundo desmoronando:
amadeirado, caro, excessivamente controlado.
Douglas Delmont.
Ele entrou como se estivesse inspecionando um escritório recém-reformado, não um galpão imundo com uma mulher amarrada no chão. O terno cinza imp