Camille não sabia quanto tempo tinha passado desde que Nathan apagou a lanterna. Minutos. Horas. Talvez um intervalo irrelevante, porque seu corpo ainda tremia da pancada, da dor, do medo. O escuro parecia mover-se ao redor dela, como se o galpão respirasse junto dela. Ou junto deles porque ela sabia que ele ainda estava ali.
O silêncio foi quebrado pelo som de algo metálico, uma cadeira arrastando. Um assovio baixíssimo, quase relaxado.
Nathan.
A voz dele veio primeiro, como se estivesse senta