— Jesus! — eu pulei, assustada. — O que... o que posso fazer pelo senhor, detetive? Está procurando um bom advogado de direitos civis?
— Não, obrigado. — Ele levantou as mãos num gesto de paz. — Só vim conversar com você. Acho que fui um pouco duro demais ontem, quando estava inspecionando aquele carro. Acho que devo ter te assustado, não é?
Na verdade, foi o contrário. Pelo que eu lembrava, eu é que o tinha assustado até ele voltar aos protocolos corretos de investigação.
— Não se preocupe, es