Saí da pizzaria sozinha.
O sino tocou atrás de mim. Uma vez. Seco. Definitivo.
A noite parecia mais fria do que antes. Não hostil. Só vazia. Caminhei rápido, mãos nos bolsos do casaco, cabeça baixa. Não procurei o carro do Nick. Não quis um último olhar. Já tinha encerramentos demais para uma única noite.
Nick tinha sido bom. Constante. Gentil. Previsível de um jeito que parecia seguro quando minha vida não era. Ele escutava. Ele aparecia. Ele oferecia silêncio quando o barulho ficava alto.
Mas