Hanna
O primeiro dia na filial começou cedo. O prédio era moderno, cheio de vidro e luz natural, maior do que eu imaginava. Respirei fundo ao entrar, lembrando a mim mesma que eu estava ali por mérito — e que precisava começar essa nova fase com a cabeça no lugar.
A recepcionista me recebeu com um sorriso caloroso, completamente diferente do clima que eu enfrentava no Brasil.
— Você é a brasileira nova? — ela perguntou animada.
Assenti, e logo ela chamou uma supervisora para me guiar.