Pov. Narrador
O relógio marcava quase dez da manhã de domingo, quando Isabella finalmente conseguiu sair da cama. O corpo ainda pesava de cansaço, mas era a mente que não a deixava descansar. Nos últimos dias, ela se sentia como se estivesse atravessando um longo corredor sem saber o que havia no final.
Ela olhou o reflexo no espelho. Os olhos ainda denunciavam as horas mal dormidas, mas havia algo novo neles — talvez curiosidade, talvez medo.
Pegou o celular na cabeceira e, sem pensar muito