Pov. Narrador
A chuva começou de madrugada, fina e constante, batendo nas janelas como se quisesse avisar que o dia não seria leve. Isabella acordou com o som das gotas, meio confusa, meio desperta. Sentou-se na cama, puxou o cobertor até o queixo e ficou ali, observando o céu cinzento pela fresta da cortina.
Era sábado. Um daqueles dias em que a cidade parecia desacelerar, e o silêncio ganhava espaço entre as ruas molhadas.
Pegou o celular. Nenhuma mensagem. Nenhuma notificação. Nenhum som