O som dos monitores ainda pulsava baixinho ao redor. O quarto era silencioso, banhado pela luz suave do final da manhã que entrava pelas persianas, traçando faixas douradas sobre o lençol branco. Isabelle despertou devagar, com a mente ainda turva, como se emergisse de um sono que durara décadas. Sentiu o corpo leve, anestesiado, como se não fosse seu. Tentou mover os dedos, e só então notou os fios conectados a seu braço, a sonda de oxigênio no nariz.
Abriu os olhos devagar e encontrou o teto