A chuva caía fina sobre a Villa Farella naquela tarde, borrando a paisagem da janela do escritório de Dominico. O som ritmado das gotas batendo contra o vidro parecia misturar-se ao farfalhar de papéis sobre a mesa. Ele revisava contratos, a mente focada, quando a porta se abriu sem bater. Lizandra entrou como se estivesse em seu próprio espaço, passos seguros, o perfume adocicado preenchendo o ambiente.
— Não tem um minuto para mim, Dominico? — perguntou, com um sorriso que não chegava aos olh