O quarto do hospital estava silencioso, apenas o som ritmado dos monitores preenchia o espaço. Beatriz e Fernando se entreolharam, conscientes da gravidade da situação. Davi, ainda fraco, olhou para ambos, sua voz rouca mas firme.
— Eu preciso desaparecer.
Beatriz apertou sua mão, sentindo um aperto no coração.
— Você quer forjar sua própria morte?
Davi assentiu lentamente.
— Se eu continuar vivo para o mundo, eles vão continuar me caçando. Se acreditarem que estou morto, posso agir das sombras