O ar denso do galpão parecia se fechar sobre Davi enquanto ele perseguia o homem misterioso. A escuridão fazia cada movimento parecer incerto. Seus pés batiam contra o chão frio, ecoando pelo corredor estreito.
Um novo disparo soou.
Davi sentiu uma dor aguda no lado do abdômen. Ele cambaleou, pressionando a mão contra a ferida. O calor do sangue escorria por seus dedos.
— Droga… — murmurou, cerrando os dentes.
Mas ele não podia parar.
O homem se virou no final do corredor, apontando a arma dire