📍 NARRADO POR AZIZA
(continuação)
Eu ainda tava com o corpo quente.
Mas não era só da raiva.
Era do toque. Do gosto. Do peso daquele beijo que me arrancou do eixo.
Soltei um suspiro pesado e deixei a cabeça cair no peito dele, sentindo o coração bater acelerado — mais por mim do que pela dor.
Me ajeitei de lado, uma perna por cima da dele, o braço atravessando sua barriga machucada.
Ele soltou um gemido abafado.
— “Ai, caralho…”
— “Bem feito.” — murmurei, mas sem força. — “Tu