capítulo 48

[NARRADO POR CAIO – O MURALHA]

O asfalto já tinha voltado, mas meu corpo ainda era barro, sangue e dor.

Cada curva de moto doía como tapa nas costelas quebradas.

Alana atrás de mim respirava pesado, agarrada na minha cintura com os dedos trêmulos, a camisa rasgada, a testa sangrando.

A gente era dois fantasmas sujos da explosão que o Brasil achava que tinha vencido.

Mas não tinha.

Ainda não.

Foi quando dobrei a última viela antes da entrada da Conquista… que vi.

Mais um carro da PM.

D
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Simone FreitasEita que a guerra vai pegar fogo
Simone FreitasCara rala para salvar a gata e mete o louco
Simone FreitasEita que Diguinho tá doido kkkk
Aziza Ccbeu não Deus mim livre
Aziza Ccbquero virar fantasma nesse estilo tbm kk
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