[1 – O reencontro]
Luna chegou no estacionamento da empresa pontualmente às 19h. O dia tinha sido um borrão: aulas, alertas, olhares estranhos. E aquele pedido de Sophia… “Sozinha. Não fale com ninguém antes disso.”
Ao entrar na sala de vidro, encontrou Sophia de pé, encostada na mesa. O cabelo preso com firmeza, a expressão indecifrável. Mas havia uma inquietação nos olhos dela — uma mistura rara de cuidado e controle.
— Senta — disse, sem suavidade.
Luna obedeceu, o coração acelerado.
—