A porta se fechou atrás de Luna com um estalo seco, e o som ecoou pela casa silenciosa. Ela encostou as costas na madeira e deslizou até o chão, a mochila caindo ao lado. Seu corpo ainda vibrava com a energia do almoço — mas não pelo sabor do risoto.
Era ela.
Sophia.
“S_.”
A doadora misteriosa. A fã assídua. A mulher que, noite após noite, assistia a cada movimento seu com olhos invisíveis, atenta a cada suspiro, a cada gemido. Luna pensava nela todas as vezes que fazia uma live. Em sua cab