Emma se afastou de mim, os olhinhos fixos nos meus, esperando uma reação. Eu apenas sorri forçadamente, um sorriso que não alcançava meus olhos, sentindo o choque e a estranheza de ter aquela menina me abraçando com tanto carinho, sem que eu soubesse quem ela era. O aperto em meu peito se intensificou.
Foi então que minha tia Benedita entrou, seus olhos perspicazes captando a tensão no ar.
— Rafael, você me deixa levar Emma para tomar um sorvete aqui perto? Assim vocês terão um tempo para conve