Quando cheguei à casa de Rita, a porta estava entreaberta, um convite sinistro que me gelou a alma. Uma luz fraca e sombria piscava no fim do corredor, como um farol macabro chamando-me para o desconhecido. Eu sabia que estava errado ao entrar sem pedir, invadindo a privacidade de alguém, mas a ansiedade por Isabela era maior do que qualquer regra, qualquer bom senso. Eu precisava ter certeza de que Rita não tinha nada a ver com o atraso de Isa, com o sumiço dela. Meu desespero me empurrava par