Depois de usar mais uma vez o carro da minha tia, estacionei em frente à floricultura e entrei. Dona Nilda estava concentrada, arrumando um vaso de flores amarelas vibrantes.
— Bom dia, querida! — ela disse, levantando os olhos ao me ver. — Que bom que chegou. Será que você poderia me fazer um favor e levar essa entrega para mim? — Apontou para o vaso que ajeitava. — É para a Rua das Acácias, número 125. A cliente pediu para entregar até o meio-dia.
— Claro, Dona Nilda, sem problema nenhum — con