A casa estava acesa quando Melina chegou.
Não totalmente iluminada, mas viva. Como se alguém tivesse esperado por ela sem assumir isso em gesto algum. Ela deixou a mala no chão do hall e respirou fundo antes de fechar a porta atrás de si.
O som ecoou pela casa.
Diogo estava na sala. Não sentado, não andando. Apenas de pé, com as mãos nos bolsos, o olhar fixo na janela como se tivesse sentido a presença dela antes mesmo de ouvi-la entrar.
Ele se virou devagar.
Por um segundo, nenhum dos dois falo