O Cálice e o Gato
Após se recompor, Jonas não vai direto ao julgamento.
Há algo que ficou martelando na memória:
um cálice de vidro, próximo a uma estátua de gato, que viu dias atrás em um dos apartamentos, mas que, na confusão, não investigou.
Ele sobe do subsolo até o apartamento 707 — onde lembra ter visto a tal estátua na última vez que passou pelo corredor.
A porta está trancada, mas a madeira é velha.
Uma leve pressão com o ombro e ela se abre.
O interior do 707
O cheiro de poeira é inten