Jonas fechou a porta do 502 devagar, trancando-a com a chave de Tereza. O corredor estava do mesmo jeito — sombrio, silencioso, com a luz da vela ainda oscilando no chão, onde ele a deixara presa entre uma garrafa quebrada e uma fita adesiva improvisada.
O cheiro de mofo e ferrugem parecia mais denso agora. O elevador permanecia imóvel, com o visor apagado. Ele olhou para a carta outra vez em seu bolso. “Nunca confie na luz do elevador.”
Subir. Precisava subir.
Se havia algo acontecendo naquele