O zunido dentro da cabeça de Jonas aumentava, agora pulsando como uma sirene abafada que vibrava em seus ossos. Ele se levantou da cama com dificuldade, sentindo as pernas fracas, como se o quarto estivesse sendo drenado de energia.
Foi quando ouviu um som vindo da sala.
Algo se arrastando.
Ele congelou. A respiração ficou presa no peito. O som era ritmado, úmido — como carne raspando no carpete. Lento. Determinado.
Jonas apagou a lanterna do celular e encostou-se à parede do corredor, de volta