Só quando chegaram ao local, com mesas simples e o cheiro de café no ar, ela percebeu que ainda segurava a mão dele. Um calor subiu ao seu rosto, e ela soltou a mão rapidamente, como se tivesse sido pega em flagrante.
— Vamos nos sentar aqui. Esse horário é sempre mais tranquilo — disse Melinda, apontando para uma mesa vazia na lanchonete do hospital. — Agora que estamos sozinhos, me diga o que realmente veio fazer aqui — perguntou ela, com firmeza, buscando a verdade em vez de mais flertes.
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