- Espere, coloque-a no chão. - Otávio, ao ver Ana nesse estado desgrenhado, finalmente falou, mandando que a soltassem.
Ana, aliviada como se tivesse recebido um perdão, suspirou aliviada quando seus pés finalmente tocaram o chão.
- Agora que é hora do jantar, que tal encontrarmos um lugar para comer e conversar?
Otávio estendeu a mão, ajudando Ana. Ela tentou se esquivar, desconfortável, mas pensando que ainda precisava dele, conteve o impulso.
- Tudo bem, se for conveniente para você.
- Então