Capítulo 1163
Leo carregou Ana para a ambulância e ficou ao lado dela, observando enquanto os médicos enfaixavam suas feridas. O corpo de Ana estava coberto de ferimentos, mas não havia tempo para cuidar daqueles que não ameaçavam sua vida. Os médicos trabalhavam freneticamente na ferida na parte de trás de sua cabeça.

Eles trocavam constantemente as ataduras ensanguentadas, descartando-as no chão. A visão era chocantemente vermelha. Leo, sentado ao lado, se sentia impotente e incapaz de ajudar. Ele nunca havia sentido tal impotência, como se não pudesse fazer nada, completamente inútil, apenas assistindo tudo acontecer sem poder mudar nada.

Leo estava incontrolavelmente tremendo. Ele nunca tinha sentido tanto medo antes. O que ele faria se Ana o deixasse para sempre? Ele forçava a si mesmo a não pensar nesses pensamentos sinistros, fixando seu olhar em Ana, que estava inconsciente. Ele mal piscava, temendo que ela desaparecesse diante de seus olhos.

A ambulância, deslizando rapidamente pelas ruas,
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